Existem os
problemas.
Existe aquela unha encravada chatíssima ou o bolo quilométrico de sentimentos, que
vez ou outra, se remexe dentro de mim e gera catástrofes sentimentais.
Existem dores que Legião Urbana e Machado de Assis nenhum conseguem curar. Que não adianta
se enfiar no edredom, e tentar se sufocar com o peso dos contratempos, porque
não vai passar. Porque quando a gente erra, erra de verdade. Lágrimas,
sapatiado e xingamento nenhum podem apagar o que foi feito. As coisas podem só se
acrescentar e ir se concretizando, em um bolo daqueles solados, feios,
indigestos... Quem sabe essa noite seja mais uma de insônia, mais uma que eu
vou me preocupar com tudo, mas ninguém vai se preocupar comigo, que seria o nada.
Eu não aprendi
a ser egoísta, não aprendi mesmo e, nas vezes que mesmo exitante busco ser me
vem inúmeras consequências. O problema
está comigo. Não afirmo isso buscando um drama e um afago, pelo contrário,
afirmo a mim mesma. Afirmo porque de uma vez por todas preciso esclarecer essas
loucuras que eu sinto. Tenho a ânsia de parar de atirar para todos os lados, jogando a culpa no que não possui sentido, quando na verdade deveria abaixar a arma e precaver a falsa razão que eu tanto
afirmo ter. É moça, está na hora de subir no salto mais uma vez e mostrar que
dá para ser alguém melhor, apesar de todos os apesares. Que dá para sorrir mesmo
que tenha uma enorme parcela de fingimento. Que dá para dar a volta por cima dos
defeitos, dos problemas, dos contratempos, das conformações e de tudo que te
atrasa a ser feliz de verdade.
Dá pra ser alguém de verdade, não atrapalhando o
sossego dos que são de mentira. Dá pra deixar de ser problema e passar a ser
solução.
Giovanna Girão
Existem os
problemas.
Existe aquela unha encravada chatíssima ou o bolo quilométrico de sentimentos, que vez ou outra, se remexe dentro de mim e gera catástrofes sentimentais. Existem dores que Legião Urbana e Machado de Assis nenhum conseguem curar. Que não adianta se enfiar no edredom, e tentar se sufocar com o peso dos contratempos, porque não vai passar. Porque quando a gente erra, erra de verdade. Lágrimas, sapatiado e xingamento nenhum podem apagar o que foi feito. As coisas podem só se acrescentar e ir se concretizando, em um bolo daqueles solados, feios, indigestos... Quem sabe essa noite seja mais uma de insônia, mais uma que eu vou me preocupar com tudo, mas ninguém vai se preocupar comigo, que seria o nada.
Eu não aprendi a ser egoísta, não aprendi mesmo e, nas vezes que mesmo exitante busco ser me vem inúmeras consequências. O problema está comigo. Não afirmo isso buscando um drama e um afago, pelo contrário, afirmo a mim mesma. Afirmo porque de uma vez por todas preciso esclarecer essas loucuras que eu sinto. Tenho a ânsia de parar de atirar para todos os lados, jogando a culpa no que não possui sentido, quando na verdade deveria abaixar a arma e precaver a falsa razão que eu tanto afirmo ter. É moça, está na hora de subir no salto mais uma vez e mostrar que dá para ser alguém melhor, apesar de todos os apesares. Que dá para sorrir mesmo que tenha uma enorme parcela de fingimento. Que dá para dar a volta por cima dos defeitos, dos problemas, dos contratempos, das conformações e de tudo que te atrasa a ser feliz de verdade.
Dá pra ser alguém de verdade, não atrapalhando o sossego dos que são de mentira. Dá pra deixar de ser problema e passar a ser solução.
Existe aquela unha encravada chatíssima ou o bolo quilométrico de sentimentos, que vez ou outra, se remexe dentro de mim e gera catástrofes sentimentais. Existem dores que Legião Urbana e Machado de Assis nenhum conseguem curar. Que não adianta se enfiar no edredom, e tentar se sufocar com o peso dos contratempos, porque não vai passar. Porque quando a gente erra, erra de verdade. Lágrimas, sapatiado e xingamento nenhum podem apagar o que foi feito. As coisas podem só se acrescentar e ir se concretizando, em um bolo daqueles solados, feios, indigestos... Quem sabe essa noite seja mais uma de insônia, mais uma que eu vou me preocupar com tudo, mas ninguém vai se preocupar comigo, que seria o nada.
Eu não aprendi a ser egoísta, não aprendi mesmo e, nas vezes que mesmo exitante busco ser me vem inúmeras consequências. O problema está comigo. Não afirmo isso buscando um drama e um afago, pelo contrário, afirmo a mim mesma. Afirmo porque de uma vez por todas preciso esclarecer essas loucuras que eu sinto. Tenho a ânsia de parar de atirar para todos os lados, jogando a culpa no que não possui sentido, quando na verdade deveria abaixar a arma e precaver a falsa razão que eu tanto afirmo ter. É moça, está na hora de subir no salto mais uma vez e mostrar que dá para ser alguém melhor, apesar de todos os apesares. Que dá para sorrir mesmo que tenha uma enorme parcela de fingimento. Que dá para dar a volta por cima dos defeitos, dos problemas, dos contratempos, das conformações e de tudo que te atrasa a ser feliz de verdade.
Dá pra ser alguém de verdade, não atrapalhando o sossego dos que são de mentira. Dá pra deixar de ser problema e passar a ser solução.
Giovanna Girão

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